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	<title>Notícias &#8211; She Powers Energy</title>
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	<description>Energia que transforma</description>
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	<title>Notícias &#8211; She Powers Energy</title>
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		<title>Moçambique reergue gigante do gás: Obras do MOZ LNG avançam em Cabo Delgado</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/mocambique-reergue-gigante-do-gas-obras-do-moz-lng-avancam-em-cabo-delgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:16:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projecto Mozambique LNG, liderado pela TotalEnergies, entrou numa nova fase com o início da instalação de gasodutos na Baía de Palma, sinalizando a retoma efectiva de uma das maiores apostas energéticas do país. Um batelão já se encontra a realizar a instalação de cinco gasodutos ao longo de uma extensão de 17,7 quilómetros, ligando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto Mozambique LNG, liderado pela TotalEnergies, entrou numa nova fase com o início da instalação de gasodutos na Baía de Palma, sinalizando a retoma efectiva de uma das maiores apostas energéticas do país. Um batelão já se encontra a realizar a instalação de cinco gasodutos ao longo de uma extensão de 17,7 quilómetros, ligando a Área 1, no offshore, às instalações de liquefacção de gás em Afungi, Cabo Delgado.</p>
<p>Mais de 4.000 trabalhadores já foram mobilizados, numa retoma que volta a colocar emprego, oportunidades empresariais e desenvolvimento local no centro das atenções. Para Cabo Delgado, uma das províncias mais afectadas pelo conflito, o avanço das obras representa também uma expectativa renovada de que os grandes investimentos possam gerar benefícios concretos para as comunidades.</p>
<p>O projecto, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares norte-americanos, esteve suspenso desde Abril de 2021 devido à insegurança na região. Agora, a instalação dos gasodutos marca a passagem das promessas para a execução no terreno.</p>
<p>A próxima etapa offshore está prevista para 2027, enquanto a TotalEnergies mantém 2029 como meta para o início da produção de gás natural liquefeito.</p>
<p>Para Moçambique, o desafio vai além de produzir e exportar gás. A retoma do Mozambique LNG reacende o optimismo sobre os ganhos a serem gerados pelo conteúdo local e mão de obra qualificada, participação das empresas moçambicanas, bem como desenvolvimento de competências e oportunidades para mulheres e jovens no sector energético.</p>
<p>Fonte: Businessfront</p>
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		<title>Energia solar ganha força em Moçambique com novo projecto de 30 MW</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/energia-solar-ganha-forca-em-mocambique-com-novo-projecto-de-30-mw/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa canadiana JCM Power foi seleccionada para desenvolver a central solar fotovoltaica de Manje, com capacidade de 30 MW, na província de Tete, marcando a sua entrada no mercado energético moçambicano através do Programa de Promoção de Leilões de Energias Renováveis (PROLER). O projecto pretende reforçar a produção de energia limpa e contribuir para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa canadiana JCM Power foi seleccionada para desenvolver a central solar fotovoltaica de Manje, com capacidade de 30 MW, na província de Tete, marcando a sua entrada no mercado energético moçambicano através do Programa de Promoção de Leilões de Energias Renováveis (PROLER).</p>
<p>O projecto pretende reforçar a produção de energia limpa e contribuir para os esforços de Moçambique na expansão do acesso a uma electricidade fiável, acessível e sustentável. A JCM Power prevê trabalhar em parceria com o Governo, a Electricidade de Moçambique (EDM) e outros actores nacionais para a concretização da central.</p>
<p>O projecto de Manje integra uma estratégia mais ampla de mobilização de investimento privado para o sector das energias renováveis. O PROLER prevê a contratação competitiva de projectos que poderão acrescentar cerca de 120 MW de capacidade renovável ao sistema eléctrico nacional.</p>
<p>A entrada da JCM Power ocorre num momento de crescente investimento em energia solar no país, com novos projectos em desenvolvimento nas províncias de Sofala, Tete e Niassa. A expansão destas infra-estruturas é considerada estratégica para aumentar a capacidade de geração e acelerar o objectivo de acesso universal à electricidade até 2030.</p>
<p>Para Moçambique, o projecto representa mais um passo na diversificação da matriz energética e na criação de condições para uma transição energética assente em fontes renováveis e maior participação do sector privado.</p>
<p>Fonte: Lusa</p>
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		<title>“Hoje, saio de casa para casa” – Marcia Calabrese despede-se de Moçambique</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/hoje-saio-de-casa-para-casa-marcia-calabrese-despede-se-de-mocambique/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 07:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de três anos em Moçambique, marcados por grandes projectos, encontros com comunidades e experiências profissionais e pessoais, Marica Calabrese terminou, no início de Setembro corrente, a sua missão como Directora Geral da Eni no país. Calabrese, de nacionalidade italiana, despede-se do país levando na bagagem não apenas recordações de uma experiência profissional, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três anos em Moçambique, marcados por grandes projectos, encontros com comunidades e experiências profissionais e pessoais, Marica Calabrese terminou, no início de Setembro corrente, a sua missão como Directora Geral da Eni no país.</p>
<p>Calabrese, de nacionalidade italiana, despede-se do país levando na bagagem não apenas recordações de uma experiência profissional, mas também histórias, rostos, lugares e aprendizagens que marcaram profundamente o seu percurso e que, segundo as suas próprias palavras, transformaram Moçambique de local de trabalho em “casa”.</p>
<p>Em Moçambique desde Setembro de 2023, Marica Calabrese exerceu funções de grande relevo na exploração de hidrocarbonetos na Bacia do Rovuma, tendo sido simultaneamente Directora Geral da Eni Rovuma Basin, Directora Geral da ENI Mozambico e Directora Geral<br />
de Upstream na Mozambique Rovuma Venture.</p>
<p>Em retrospectiva sobre os três anos no país, Calabrese destaca, na sua página Linkedin, diferentes momentos que ajudaram a construir esta experiência, entre elas as primeiras visitas aos projectos sociais e os primeiros encontros com as comunidades de Cabo Delgado, o que permitiu-lhe conhecer mais de perto as pessoas e os contextos onde os grandes projectos energéticos produzem impacto.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2265" src="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/09/Hoje-saio-de-casa-para-casa-–-Marcia-Calabrese-despede-se-de-Mocambique-1.jpg" alt="" width="1280" height="601" srcset="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/09/Hoje-saio-de-casa-para-casa-–-Marcia-Calabrese-despede-se-de-Mocambique-1.jpg 1280w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/09/Hoje-saio-de-casa-para-casa-–-Marcia-Calabrese-despede-se-de-Mocambique-1-300x141.jpg 300w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/09/Hoje-saio-de-casa-para-casa-–-Marcia-Calabrese-despede-se-de-Mocambique-1-1024x481.jpg 1024w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/09/Hoje-saio-de-casa-para-casa-–-Marcia-Calabrese-despede-se-de-Mocambique-1-768x361.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Outro momento destacado foi a primeira visita à plataforma flutuante de exploração de Gás Natural Liquefeito (FLNG), apresentada como um exemplo extraordinário da engenharia moderna. A experiência incluiu ainda momentos marcantes para o sector energético moçambicano, como o dia da Decisão Final de Investimento (FID) do Coral Norte, recordado pela energia e pelo entusiasmo que envolveram aquele momento.</p>
<p>Na sua reflexão, destaca também os resultados alcançados pelo projecto Coral Sul, considerado um exemplo de como grandes projectos podem gerar resultados expressivos, e o Coral Norte, que veio demonstrar, nas suas palavras, que “resultados incríveis nunca vêm sozinhos”.</p>
<p>Mas a experiência em Moçambique ultrapassou os projectos profissionais. Para a gestora, a maior riqueza do país não está apenas nos seus recursos naturais, nos grandes projectos ou no seu potencial económico, mas, sobretudo, nas pessoas.</p>
<p>“Este é um país incrível, feito de pessoas incríveis, que são definitivamente o recurso mais importante que este país tem”, afirma.</p>
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		<title>Latifa Ibrahimo defende mais espaço para mulheres na liderança do sector energético</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/latifa-ibrahimo-defende-mais-espaco-para-mulheres-na-lideranca-do-sector-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[latifaenergia]]></category>
		<category><![CDATA[latifaibraimo]]></category>
		<category><![CDATA[mocambique]]></category>
		<category><![CDATA[mulhernaenergia]]></category>
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					<description><![CDATA[A jurista moçambicana Latifa Ibrahimo defende a criação de mais espaços e oportunidades para que as mulheres possam desenvolver competências, assumir posições de liderança e participar activamente na transformação do sector energético. Para a especialista, a participação feminina na indústria não deve limitar-se à presença profissional, devendo ser acompanhada pela criação de condições para que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jurista moçambicana Latifa Ibrahimo defende a criação de mais espaços e oportunidades para que as mulheres possam desenvolver competências, assumir posições de liderança e participar activamente na transformação do sector energético.</p>
<p>Para a especialista, a participação feminina na indústria não deve limitar-se à presença profissional, devendo ser acompanhada pela criação de condições para que mais mulheres possam crescer, liderar e contribuir para os processos de decisão num sector considerado estratégico para o desenvolvimento do País.</p>
<p>A capacitação das novas gerações constitui, igualmente, uma das dimensões destacadas por Latifa Ibrahimo durante a entrevista concedida à plataforma She Powers Energy.</p>
<p>A jurista considera fundamental preparar jovens mulheres para responder aos desafios de um sector em constante transformação, através do acesso ao conhecimento, desenvolvimento de competências e criação de oportunidades<br />
de progressão profissional.</p>
<p>Na sua perspectiva, ampliar a presença feminina no sector energético passa também pela existência de ambientes que permitam às mulheres afirmar o seu conhecimento e experiência, ocupar posições de liderança e participar na definição dos caminhos da indústria.</p>
<p><iframe title="EPISÓDIO 9 | O DIREITO NA ÓPTICA DO SECTOR DE ENERGIA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/jM2t52cB4Uc?start=152&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Jovem líder africana defende mudanças estruturais para acelerar a igualdade de género no sector da energia</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/jovem-lider-africana-defende-mudancas-estruturais-para-acelerar-a-igualdade-de-genero-no-sector-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AYEN]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamentofeminino]]></category>
		<category><![CDATA[LydiaKapangila]]></category>
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					<description><![CDATA[A profissional de energia e fundadora da Rede Africana da Juventude na Energia (AYEN), Lydia Kapangila, defendeu uma transformação profunda das políticas e da cultura organizacional do sector energético africano. Num artigo de opinião publicado na Bantu Gazette, a activista argumenta que o verdadeiro empoderamento feminino depende de medidas concretas de inclusão, liderança e desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A profissional de energia e fundadora da Rede Africana da Juventude na Energia (AYEN), Lydia Kapangila, defendeu uma transformação profunda das políticas e da cultura organizacional do sector energético africano. Num artigo de opinião publicado na Bantu Gazette, a activista argumenta que o verdadeiro empoderamento feminino depende de medidas concretas de inclusão, liderança e desenvolvimento de competências, e não apenas de discursos sobre diversidade.</p>
<p>Segundo Kapangila, as mulheres continuam sub-representadas em praticamente toda a cadeia de valor da indústria energética em África, desde funções técnicas e operacionais até cargos de liderança, acesso ao financiamento e oportunidades de progressão na carreira. Para a líder, esta realidade continua a ser alimentada por preconceitos e percepções que frequentemente levam à subvalorização das competências femininas.</p>
<p>A autora sustenta que muitas profissionais apenas conseguem ver o seu trabalho reconhecido depois de demonstrarem resultados muito acima das expectativas, um fenómeno que considera sintomático de uma cultura organizacional ainda marcada por estereótipos de género.</p>
<p>Baseando-se na sua própria experiência profissional, Kapangila relata que também enfrentou situações em que as suas ideias foram desvalorizadas ou ignoradas, desafios que, afirma, reforçaram a sua determinação em demonstrar que as mulheres possuem competências técnicas e estratégicas indispensáveis para o desenvolvimento do sector energético africano.</p>
<p>Foi precisamente dessa constatação que nasceu a AYEN, organização criada para oferecer programas de mentoria, formação, desenvolvimento de competências e criação de redes de apoio para jovens profissionais, especialmente mulheres, que frequentemente trabalham isoladas em departamentos ou projectos dominados por homens. A iniciativa procura reduzir esse isolamento e criar oportunidades de crescimento profissional através da colaboração entre especialistas de diferentes países africanos.</p>
<p>No artigo, Kapangila reconhece que algumas empresas começam a adoptar práticas mais inclusivas, citando exemplos de organizações que passaram a recrutar e acompanhar mais mulheres em posições técnicas e de liderança. Ainda assim, considera que estes avanços permanecem pontuais e insuficientes para alterar estruturalmente o panorama do sector.</p>
<p>Entre os principais obstáculos que persistem, destaca as dificuldades de acesso a promoções, financiamento para projectos liderados por mulheres e condições de trabalho adaptadas às necessidades femininas, sobretudo em operações de campo. Apesar de reconhecer que o debate sobre inclusão ganhou maior visibilidade nos últimos anos, defende que ainda falta transformar compromissos institucionais em mecanismos efectivos de responsabilização e resultados mensuráveis.</p>
<p>O futuro da indústria energética africana, segundo esta, dependerá da capacidade de governos, empresas e organizações criarem ambientes verdadeiramente inclusivos. Nesse sentido, propõe a implementação de programas estruturados de mentoria, critérios transparentes para progressão na carreira, políticas laborais mais flexíveis e metas concretas de diversidade que possam ser acompanhadas e avaliadas ao longo do tempo.</p>
<p>Na sua visão, investir na participação feminina não representa apenas uma questão de justiça social, mas também uma estratégia para fortalecer a competitividade do sector energético africano e acelerar uma transição energética mais sustentável, inovadora e inclusiva. Kapangila conclui que, quando as mulheres dispõem das mesmas oportunidades para desenvolver o seu potencial, toda a indústria beneficia, contribuindo para um futuro energético mais resiliente para o continente africano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Competências e liderança feminina são decisivas para uma transição energética justa em África</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/competencias-e-lideranca-feminina-sao-decisivas-para-uma-transicao-energetica-justa-em-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Américo Silica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamentofeminino]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulhernaenergia]]></category>
		<category><![CDATA[transicaoenergetica]]></category>
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					<description><![CDATA[A transição energética em África não será determinada apenas pelo investimento em infra-estruturas ou pela expansão das energias renováveis. O sucesso do processo dependerá, sobretudo, da capacidade do continente em desenvolver competências técnicas, promover a inclusão e garantir uma participação efectiva das mulheres em todos os níveis da cadeia de valor do sector energético. Esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição energética em África não será determinada apenas pelo investimento em infra-estruturas ou pela expansão das energias renováveis. O sucesso do processo dependerá, sobretudo, da capacidade do continente em desenvolver competências técnicas, promover a inclusão e garantir uma participação efectiva das mulheres em todos os níveis da cadeia de valor do sector energético.</p>
<p>Esta é uma das principais conclusões do artigo <em>Powering Africa&#8217;s Future: Skills, Women and the Just Energy Transition</em>, publicado pela <em>Forbes Africa</em>, que defende que a transformação energética africana deve ser acompanhada por uma estratégia robusta de formação profissional, inovação e valorização do capital humano.</p>
<p>Num contexto em que África procura simultaneamente expandir o acesso à energia, reduzir emissões e impulsionar o crescimento económico, especialistas alertam que a escassez de mão-de-obra qualificada poderá tornar-se um dos maiores entraves ao desenvolvimento de novos projectos de energias limpas. A resposta passa por reforçar o ensino técnico e profissional, actualizar currículos e criar programas de requalificação alinhados com as necessidades da nova economia energética.</p>
<p>O artigo sublinha igualmente que as mulheres devem ocupar um lugar central nesta transformação. Apesar dos avanços registados em alguns segmentos das energias renováveis, continuam sub-representadas em áreas técnicas, de engenharia, gestão e tomada de decisão. Promover a igualdade de oportunidades, eliminar barreiras de acesso e investir na formação de jovens profissionais são medidas consideradas essenciais para assegurar uma transição verdadeiramente inclusiva.</p>
<p>Mais do que uma questão de equidade, a inclusão feminina representa uma vantagem estratégica para o sector. Diversos estudos demonstram que equipas mais diversas estimulam a inovação, melhoram a qualidade das decisões e aumentam a capacidade das organizações responderem aos desafios tecnológicos e ambientais que caracterizam a nova economia da energia.</p>
<p>À medida que o continente acelera investimentos em energias renováveis, hidrogénio verde, redes inteligentes e electrificação, cresce também a necessidade de formar uma nova geração de profissionais preparados para responder às exigências do mercado. Neste cenário, investir simultaneamente em competências e na liderança feminina deixa de ser apenas uma prioridade social para se afirmar como uma condição indispensável para que África concretize uma transição energética justa, sustentável e capaz de gerar desenvolvimento económico duradouro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como estão as mulheres no sector energético?</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/como-estao-as-mulheres-no-sector-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[She Powers Energy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 16:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de alguns progressos nos últimos anos, as mulheres continuam sub-representadas na força de trabalho global do sector energético. Uma análise da Power Technology, citada pela Energy Monitor, mostra que, embora haja avanços, ainda existem desafios significativos para alcançar maior equilíbrio de género na indústria. Segundo o relatório World Energy Employment 2025 da International Energy [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apesar de alguns progressos nos últimos anos, as mulheres continuam sub-representadas na força de trabalho global do sector energético. Uma análise da Power Technology, citada pela Energy Monitor, mostra que, embora haja avanços, ainda existem desafios significativos para alcançar maior equilíbrio de género na indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório World Energy Employment 2025 da International Energy Agency, as mulheres ocupam cerca de 20% dos empregos no sector energético mundial, ou seja, apenas um em cada cinco postos de trabalho. Este valor é cerca de metade da participação feminina na economia global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proporção tem-se mantido relativamente estável nos últimos anos, em parte porque o crescimento do emprego no sector ocorre sobretudo em profissões técnicas — como soldadores, eletricistas e trabalhadores de linhas elétricas — onde a presença feminina é inferior a 5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, há áreas com maior participação de mulheres, como pesquisa científica e fabricação de equipamentos elétricos, onde representam aproximadamente 45% e 27% dos postos, respetivamente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" class="wp-image-1347" src="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/parcela-de-mulheres-1024x682.png" alt="" srcset="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/parcela-de-mulheres-1024x682.png 1024w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/parcela-de-mulheres-300x200.png 300w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/parcela-de-mulheres-768x512.png 768w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/parcela-de-mulheres.png 1300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A participação feminina varia significativamente entre os diferentes subsectores da energia. Segundo a International Renewable Energy Agency, as mulheres representam cerca de 32% dos empregos em energias renováveis, com maior presença no sector solar (40%) e menor na energia eólica (21%). No sector nuclear, a participação feminina ronda 25%, enquanto em petróleo e gás situa-se em cerca de 22%, sendo o transporte por oleodutos e gasodutos uma das áreas com menor representação, com menos de 5% de mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mineração, um dos sectores mais dominados por homens na cadeia de valor da energia, as mulheres representam apenas 15% da força de trabalho global, de acordo com o World Bank. A International Energy Agency também destaca a extração de minérios metálicos (11%) e a mineração de carvão e lignito (7%) como áreas com baixa participação feminina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, há sinais de progresso na liderança do sector. Desde 2015, a presença de mulheres em cargos de liderança sénior tem crescido mais rapidamente do que a média da economia. Em 2024, as mulheres ocupavam cerca de 18% dessas posições, acima dos 13% registados em 2015. As energias renováveis lideram esse avanço, com cerca de 30% de mulheres em cargos de liderança, seguidas pelo sector nuclear, que alcançou 29%, enquanto o sector de redes elétricas apresenta progressos mais modestos, aproximando-se de 18%.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" class="wp-image-1348" src="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/graficos-taxa-composta-1024x682.png" alt="" srcset="https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/graficos-taxa-composta-1024x682.png 1024w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/graficos-taxa-composta-300x200.png 300w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/graficos-taxa-composta-768x512.png 768w, https://shepowersenergy.com/wp-content/uploads/2026/06/graficos-taxa-composta.png 1300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, apesar desse progresso, a proporção de mulheres na liderança do setor energético ainda fica abaixo da média geral da economia, que é de cerca de 25%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o progresso também não tem sido uniforme em toda a indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No setor de petróleo e gás, o crescimento na última década foi marginal, e a participação de mulheres em cargos de liderança sénior permanece abaixo de 1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, uma análise de 2023 da White &amp; Case revelou que 42% das 100 maiores empresas de mineração cotadas no mundo não tinham nenhuma mulher em cargos executivos em 2023 — uma melhoria em relação aos 55% em 2012, mas ainda deixando quase metade das grandes empresas de mineração sem mulheres na alta direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No setor do carvão, a representação feminina chegou mesmo a regredir. De acordo com a IEA, a participação das mulheres em cargos de liderança nesse setor caiu cerca de 20% entre 2015 e 2024, descendo para pouco mais de 10%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O desafio das empresas para atrair mais mulheres ao sector energético</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/o-desafio-das-empresas-para-atrair-mais-mulheres-ao-sector-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[She Powers Energy]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 16:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um número crescente de iniciativas procura reduzir a desigualdade de género no sector energético. Alguns governos têm criado bolsas de estudo para áreas onde as mulheres são sub-representadas, estabelecido metas de contratação por género e ampliado políticas de apoio à infância, entre outros esforços. No entanto, a mudança mais importante acontece dentro das próprias empresas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um número crescente de iniciativas procura reduzir a desigualdade de género no sector energético. Alguns governos têm criado bolsas de estudo para áreas onde as mulheres são sub-representadas, estabelecido metas de contratação por género e ampliado políticas de apoio à infância, entre outros esforços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a mudança mais importante acontece dentro das próprias empresas. Lucy Webb, responsável de people partnering na So Energy, numa entrevista publicada pela Energy Monitor, destaca que as práticas de recrutamento podem influenciar significativamente se as mulheres se candidatam ou não a determinados cargos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Descrições de cargos neutras em termos de género são fundamentais. Palavras com conotação masculina podem desencorajar candidatas. Garantir que o anúncio seja atraente para todos é essencial para aumentar o número de mulheres candidatas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescenta que painéis de contratação diversificados também fazem diferença:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se uma candidata vê equilíbrio de género na entrevista, especialmente em diferentes níveis de senioridade, isso é poderoso. Além disso, ver mulheres em cargos além dos tradicionalmente ‘femininos’ é importante.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Programas como Chicago Women in Trades (EUA), Build Together (Canadá) e Women in Trades Roadmap (Austrália) têm ajudado a recrutar e formar mulheres para funções na energia. No entanto, Webb enfatiza que, além do recrutamento, retenção é fundamental:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ver mulheres entrarem como graduadas ou aprendizes e progredirem para cargos de gestão e liderança sénior é um forte sinal de que a organização está a fazer bem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que retêm talento feminino geralmente possuem programas de desenvolvimento de liderança sólidos e parcerias com organizações de formação para mulheres, mostrando investimento no progresso feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista de governança, políticas inclusivas são essenciais: trabalho flexível, licenças parentais ampliadas — não apenas maternidade, mas também paternidade — e políticas relacionadas com menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Organizações que promovem e apoiam essas iniciativas tendem a ser inclusivas de forma ampla — minorias étnicas, neurodiversidade, bem-estar. Essa inclusão holística demonstra compromisso genuíno com a diversidade no trabalho”, conclui Webb.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Criando interesse na próxima geração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aumentar a participação feminina é crucial para o futuro do setor energético. A transição global de energia exigirá milhões de novos trabalhadores, e muitas empresas já enfrentam escassez de mão-de-obra especializada. Ampliar o pool de talentos para incluir mais mulheres pode ajudar a suprir essas lacunas e trazer perspectivas mais amplas para inovação e resolução de problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos mostram que equipes diversas estão associadCrias a melhor desempenho financeiro e gestão de riscos, especialmente relevante num setor sujeito a rápidas mudanças tecnológicas e regulatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As mulheres trazem inteligência emocional e consciência de impacto, fundamentais para atrair talentos, motivar equipes em períodos difíceis e fomentar criatividade e resiliência”, comenta Hope.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mulheres que consideram carreiras no setor de energia, confiança e preparação são essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas vezes, as mulheres acham que precisam cumprir todos os requisitos de um anúncio, enquanto os homens pensam: ‘cumpro alguns, então vou tentar’”, observa Webb.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O conselho para candidatas é: candidate-se mesmo assim. Pesquise, destaque competências transferíveis, conecte-se no LinkedIn e mostre paixão pelo setor. Em resumo: arrisque-se.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Hauser aconselha: fale, seja confiante e seja fonte de conhecimento para que outros tenham que ouvir. Årdal reforça: construa credibilidade com fatos e pesquisa, peça feedback e trabalhe suas competências de liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hope conclui:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mulheres podem exercer influência a partir do lugar onde estão. Do nível júnior ao C-suite, a influência começa com voz e convicção.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Nova bateria de hidrogénio e ferro pode armazenar energia por até 25 anos</title>
		<link>https://shepowersenergy.com/nova-bateria-de-hidrogenio-e-ferro-pode-armazenar-energia-por-ate-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[She Powers Energy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as energias renováveis ganham maior presença no sistema elétrico, cresce também a necessidade desoluções de armazenamento que consigam compensar a variabilidade da produção energética. Nesse contexto, tecnologias capazes de armazenar eletricidade por longos períodos tornam-se cada vez mais essenciais para assegurar a estabilidade e a fiabilidade das redes elétricas. Um novo estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que as energias renováveis ganham maior presença no sistema elétrico, cresce também a necessidade desoluções de armazenamento que consigam compensar a variabilidade da produção energética. Nesse contexto, tecnologias capazes de armazenar eletricidade por longos períodos tornam-se cada vez mais essenciais para assegurar a estabilidade e a fiabilidade das redes elétricas<strong>.</strong></p>
<p>Um novo estudo publicado pela empresa holandesa Elestor, citado Innovation News Network, sugere que a sua bateria de fluxo baseada em hidrogénio e ferro pode oferecer uma solução durável e economicamente competitiva para o armazenamento de energia em grande escala.</p>
<p>De acordo com o white paper divulgado pela empresa, testes realizados em condições contínuas indicam que a tecnologia pode alcançar uma vida útil operacional de até 25 anos, mantendo níveis estáveis de eficiência ao longo de dezenas de milhares de ciclos de carga e descarga.</p>
<p><strong>Um desafio para as redes elétricas modernas</strong></p>
<p>À medida que fontes como solar e eólica ganham peso nos sistemas energéticos, surge um desafio central: armazenar energia quando a produção é alta e disponibilizá-la quando a procura aumenta.</p>
<p>Os sistemas de armazenamento destinados à rede elétrica precisam cumprir requisitos exigentes. Eles devem:</p>
<ul>
<li>operar durante décadas</li>
<li>suportar ciclos frequentes de carga e descarga</li>
<li>manter custos competitivos ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Muitas tecnologias apresentam resultados promissores em laboratório, mas ainda carecem de dados de desempenho em ambientes reais de operação. O estudo da Elestor procura preencher essa lacuna ao testar um protótipo de grande escala baseado no mesmo conceito que seria utilizado comercialmente.</p>
<p><strong>Como funciona a bateria de fluxo hidrogénio–ferro</strong></p>
<p>A tecnologia utiliza hidrogénio gasoso e sais de ferro dissolvidos como materiais ativos num processo eletroquímico que converte energia química em eletricidade e vice-versa.</p>
<p>Ao contrário das baterias convencionais, nas quais potência e energia são armazenadas nas mesmas células, as baterias de fluxo separam essas duas funções.</p>
<p>Nesse sistema:</p>
<ul>
<li>a potência depende do conjunto eletroquímico (stack)</li>
<li>a capacidade de armazenamento depende do tamanho dos tanques de eletrólito</li>
</ul>
<p>Essa separação permite aumentar a capacidade de armazenamento simplesmente ampliando os tanques, tornando a tecnologia mais flexível para diferentes necessidades de duração.</p>
<p><strong>Testes de longa duração</strong></p>
<p>Para avaliar a durabilidade, os investigadores operaram um sistema de grande formato em condições semelhantes às industriais, com temperatura elevada e densidades de corrente constantes.</p>
<p>O sistema inclui:</p>
<ul>
<li>um ânodo alimentado por hidrogénio</li>
<li>uma membrana condutora de protões</li>
<li>um cátodo de carbono otimizado para reações com ferro</li>
</ul>
<p>Durante os testes, o eletrólito — uma solução aquosa de sais de ferro — foi circulado continuamente, enquanto sistemas de controlo industrial monitorizavam o desempenho eletroquímico.</p>
<p>Os resultados mostraram:</p>
<ul>
<li>eficiência energética superior a 80%</li>
<li>eficiência total do sistema acima de 75%</li>
</ul>
<p>Mais importante, não foram observados sinais de degradação estrutural durante o período de testes.</p>
<p><strong>Capacidade de operar por décadas</strong></p>
<p>Com base nos resultados obtidos, os investigadores estimam que sistemas baseados nessa tecnologia podem operar entre 20 e 25 anos em aplicações de armazenamento para redes elétricas.</p>
<p>Uma vida útil longa é considerada um fator crucial para reduzir o custo total do armazenamento de energia, pois distribui o investimento inicial por um período maior de operação.</p>
<p><strong>Um possível aliado da transição energética</strong></p>
<p>Com a expansão das energias renováveis, soluções capazes de armazenar eletricidade por muitas horas ou até dias tornam-se cada vez mais estratégicas.</p>
<p>Se os resultados observados nos testes forem confirmados em instalações comerciais, a bateria de fluxo hidrogénio–ferro poderá tornar-se uma alternativa promissora para apoiar redes elétricas mais limpas, resilientes e com menor emissão de carbono.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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